Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps <p><strong>ISSN - 2446-5410</strong></p> <p>A Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde (RBPS), é uma publicação do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Espírito Santo, tem a missão de publicar manuscritos de elevado nível técnico-científico que contribuam, direta ou indiretamente, para a promoção do conhecimento nas áreas das Ciências da Saúde. A RBPS destina-se à publicação trimestral de manuscritos científicos, incluindo editoriais, artigos originais, artigos de revisão, relatos de casos e relatos de experiência, referentes a assuntos e estudos de interesse técnico-científico nas áreas das Ciências da Saúde.</p> <p>Você pode acessar as "Diretrizes para Autores" em <a title="https://periodicos.ufes.br/rbps/about/submissions" href="https://periodicos.ufes.br/rbps/about/submissions" target="_blank" rel="noopener">https://periodicos.ufes.br/rbps/about/submissions</a></p> <p>Acesse o <a title="template" href="https://drive.google.com/file/d/1ftDDbM9zHr70PWd3DOaUp8TqcEKznpz0/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener">template</a> para submeter o seu manuscrito na RBPS. Siga-o rigorosamente. Insira também as demais declarações e folhas de rosto.</p> Centro de Ciências da Saúde - UFES pt-BR Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research 2175-3946 Narrativas sobre a experiência com a Doença de Gaucher tipo 1 https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/25231 <p><strong>Introdução:</strong> A Doença de Gaucher é rara, crônica e de origem genética, e caracteriza-se pela deficiência da enzima glucocerebrosidase no organismo. Ela acarreta problemas hematológicos, viscerais e ósseos a seus portadores, cujas experiências com esse adoecimento são muito pouco exploradas pela literatura científica. <strong>Objetivo:</strong> Apresentar e analisar alguns aspectos da experiência com a Doença de Gaucher tipo 1 através das narrativas dos adoecidos. <strong>Método:</strong> 9 pessoas com Doença de Gaucher tipo 1 foram contatadas pela técnica da bola de neve e entrevistadas com base em um roteiro semiestruturado em suas residências, em cidades da região de Campinas (SP). As respostas dos entrevistados deram origem a narrativas breves, cujo conteúdo foi submetido à Análise Temática. <strong>Resultados:</strong> Observou-se que há diversas percepções sobre a Doença de Gaucher, e sobre o tratamento de reposição enzimática, que ora figura compreendido como sendo quase inofensivo (como um “detergente”, ou um “não remédio”), ora como sendo muito potente, e capaz de afetar mais o organismo do que a própria doença. Embora os adoecidos cumprissem com regularidade o tratamento, essa prática não se configurava exatamente como “adesão” (“adherence”), mas como uma atitude de “obediência” (“compliance”) ao conhecimento biomédico. <strong>Conclusão:</strong> A dificuldade em compreender as informações científicas sobre a Doença de Gaucher, que são altamente complexas e distintas das informações relativas a outros adoecimentos mais prevalentes, faz com que a experiência com esse adoecimento seja marcada por reinterpretações constantes das informações biomédicas, e pela dificuldade em desenvolver posturas mais autônomas e esclarecidas sobre a doença e seus tratamentos.</p> Carolina Franco de Souza Toneloto Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 15 23 10.47456/rbps.v22i4.25231 Aplicação da auriculoterapia em idosos atendidos na atenção primária à saúde: um estudo clínico quase-experimental https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/31500 <p><strong>Introdução:</strong> O presente estudo aborda a auriculoterapia, caracterizada como uma técnica da medicina tradicional chinesa, que tem a finalidade de tratar diversos problemas de saúde, e é embasada pela neurofisiologia e pela reflexologia. <strong>Objetivo:</strong> Verificar a eficácia da auriculoterapia no manejo da dor no período de 4 semanas em idosos acompanhados na atenção primária à saúde de um município do interior do Nordeste. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de um estudo clínico quase-experimental realizado no período de maio a junho de 2018. Os instrumentos para avaliação utilizados foram questionário sociodemográfico e de saúde, questionário nórdico de sintomas osteomusculares e escala analógica visual de dor. Os idosos foram acompanhados durante 4 semanas, quando foram submetidos à aplicação da auriculoterapia. A análise bivariada foi realizada através do teste de ANOVA para comparação de médias pré e pós-intervenção. <strong>Resultados:</strong> Participaram 71 idosos inicialmente, com média de idade de 68,9±6,6 anos, com predomínio do sexo feminino (90,1%). Ao final, apenas 40 idosos concluíram o estudo. As regiões dolorosas mais prevalentes foram joelhos (56,3%), ombros (52,1%) e porção inferior das costas (50,7%). Quanto à dor, a média inicial encontrada foi de 6,43±1,8 e final de 3,15±1,6, demonstrando uma diminuição significativa (p&lt;0,05) no quadro álgico. <strong>Conclusão:</strong> Houve uma diminuição da dor relatada pelos idosos após 4 semanas de tratamento com auriculoterapia sugerindo assim que a técnica é uma opção eficaz na abordagem da dor no idoso na atenção primária à saúde.</p> José Felipe Costa da Silva Sebastião Pacheco Duque Neto Ana Carolina Patrício Albuquerque Sousa Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 24 31 10.47456/rbps.v22i4.31500 Perfil epidemiológico e mortes por fratura de fêmur em idosos residentes no estado do Espírito Santo de 2010 a 2017 https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/21767 <p><strong>Introdução:</strong> O envelhecimento populacional é um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea, pois provoca acentuação das demandas sociais e econômicas. Com o aumento do número de idosos e a ocorrência de quedas nessa faixa etária, as fraturas de fêmur destacam-se entre as principais lesões traumáticas e causas de hospitalizações nesse grupo, necessitando de tratamento cirúrgico em muitos casos e podendo evoluir para o óbito com frequência.<strong> Objetivo:</strong> Descrever o perfil epidemiológico e de mortes por fratura de fêmur em idosos residentes no estado do Espírito Santo entre 2010 e 2017. <strong>Métodos</strong>: Estudo ecológico, utilizando dados secundários provenientes da base de dados do DATASUS. <strong>Resultados:</strong> Nesse período, a maioria dos 6.521 casos de fratura de fêmur em idosos ocorreu no sexo feminino (66,7%), cor parda (39,0%), idade igual ou superior a 80 anos (50,7%), em caráter de urgência (82,5%), e em regime público (43,3%). Foram registradas 353 mortes. O coeficiente de letalidade foi de 7,8% para idade igual ou superior a 80 anos, 3,8% entre 70 e 79 anos, e 1,8% entre 60 e 69 anos. <strong>Conclusão:</strong> As fraturas de fêmur acometeram principalmente mulheres e apresentaram coeficiente de letalidade crescente com a elevação da idade. Essas informações devem ser levadas em consideração ao formular políticas de saúde pública e ações preventivas individuais ou em grupo para os idosos e seus familiares.</p> Josieli Mielke Creuza Rachel Vicente Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 32 37 10.47456/rbps.v22i4.21767 Conhecimentos e práticas de enfermeiros em Unidades Básicas de Saúde (UBS) sobre sífilis congênita em Redenção, Pará, Brasil https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/27863 <p><strong>Introdução:</strong> A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum, altamente contagiosa, sendo transmitida pelo ato sexual desprotegido e de forma vertical durante a gestação. <strong>Objetivo:</strong> Avaliar o conhecimento dos enfermeiros que trabalham em Unidades Básicas de Saúde (UBS) sobre sífilis congênita (SC). <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal quantitativo composto por 8 enfermeiros da cidade de Redenção, Pará, Brasil. Foi adotado um questionário estruturado sobre SC, permitindo caracterizar o perfil profissional de cada enfermeiro e o conhecimento deles sobre a prática clínica, o diagnóstico, tratamento, perfil epidemiológico e notificação da doença. Realizou-se análise estatística univariada por meio de distribuição de frequências. <strong>Resultados:</strong> Dentre os investigados, 87,5% pertencem ao sexo feminino. Constatou-se que a maioria teve acesso ao manual técnico do Ministério da Saúde, e 50% apresentaram conhecimento adequado quanto à situação epidemiológica da SC no País e no Município. Observou-se que 62,5% dos profissionais conhecem a forma de transmissão da doença baseada em seu estágio, porém esse número reduz quando se compara a idade gestacional. Mais de 50% dos participantes descreveram o momento correto em que devem ser realizados os testes sorológicos durante a gestação, porém não apresentaram conhecimento adequado sobre a classificação dos testes treponêmicos e não treponêmicos. <strong>Conclusão:</strong> Os enfermeiros das UBS não têm conhecimento adequado acerca do assunto, necessitando de um melhor embasamento científico para realizar tais ações. Dessa forma, para um bom desempenho, é necessária a implantação de sua capacitação técnica especialmente para atender as gestantes com sífilis.</p> Marcia Juciele da Rocha Bárbara Moreira Dias Costa Douglas Mroginski Weber Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 38 45 10.47456/rbps.v22i4.27863 Perfil epidemiológico da sífilis congênita no estado do Espírito Santo, 2010-2019 https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/21765 <p><strong>Introdução:</strong> A sífilis é uma doença infectocontagiosa que quando não tratada ou tratada de modo inadequado no período do pré-natal pode provocar a sífilis congênita no recém-nascido. O diagnóstico e o tratamento oportuno são altamente efetivos e reduzem a transmissão vertical em até 97% dos casos. <strong>Objetivo:</strong> O objetivo do presente estudo é descrever a situação epidemiológica da sífilis congênita no estado do Espírito Santo no período de 2010 a 2019.<strong> Métodos:</strong> Estudo ecológico, utilizando dados secundários do DATASUS. Utilizou-se estatística descritiva, cálculo dos coeficientes de incidência e mortalidade. <strong>Resultados:</strong> A análise espacial de sífilis congênita revelou que a maioria dos municípios se classifica com incidência intermediária a alta. Entre os anos de 2010 e 2019 foram registrados 4.062 casos de sífilis congênita. Destes, 19,7% ocorreram em mães que possuíam ensino fundamental incompleto, e 77,5% realizaram pré-natal. Apenas 3,8% realizaram o tratamento adequadamente. Em relação aos bebês diagnosticados com sífilis congênita, 96,8% tiveram a doença identificada nos primeiros seis dias de vida, e 92,4% receberam diagnóstico de sífilis congênita recente. O coeficiente de mortalidade por sífilis congênita apresentou tendência crescente. <strong>Conclusão:</strong> A sífilis congênita é um indicador importante da qualidade de assistência pré-natal nas redes de atenção básica. Os resultados evidenciam uma variação no número de casos em gestantes ao longo dos anos e a persistência da transmissão vertical, sinalizando para a dificuldade de realização das políticas públicas de controle da sífilis no Estado.</p> Creuza Rachel Vicente Maysa Oliveira Silva Caliman Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 46 55 10.47456/rbps.v22i4.21765 Transmissão vertical do HIV: variáveis epidemiológicas de gestantes em um Serviço de Assistência Especializada em Alagoas https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/27835 <p><strong>Introdução:</strong> Em todo o mundo, a infecção pelo vírus da Imunodeficiência Humana vem apresentando alterações epidemiológicas levando a mudanças no perfil dos acometidos. No Brasil, a ampliação da epidemia entre mulheres tem sido crescente. A feminilização da epidemia tem diversas consequências, como o aumento do número de crianças infectadas por esse vírus, e a transmissão vertical – da mãe para a criança – é uma das grandes preocupações.<strong> Objetivo:</strong> Identificar variáveis epidemiológicas de gestantes que convivem com esse vírus atendidas em um Serviço de Assistência Especializada em Alagoas. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de estudo retrospectivo e transversal, de análise documental. A amostra correspondeu a um grupo de usuárias atendidas nesse serviço e notificadas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação. <strong>Resultados:</strong> Entre 2017 e 2018 foram notificadas 62 gestantes convivendo com o vírus. As variáveis estudadas identificaram que a maioria dessas gestantes são mulheres na faixa de 20 a 29 anos, com baixa escolaridade, pardas, residentes em Maceió, notificadas no 2º e 3º trimestre de gestação, e que em sua maioria realizaram pré-natal e afirmaram uso de antirretrovirais durante o pré-natal, porém grande parcela ainda apresentava carga viral detectável antes do parto. <strong>Conclusão:</strong> As gestantes atendidas são prevalentemente mulheres jovens, de baixa escolaridade, que, apesar de realizarem pré-natal e utilizarem medicamentos durante a gestação, são notificadas a partir do segundo trimestre e mantêm carga viral detectável mesmo antes do parto, o que pode indicar fragilidade no acompanhamento pré-natal e/ou nas ações de educação em saúde voltadas para esse público.</p> Layse Maria Soares de Oliveira Maria das Graças Leopardi Gonçalves Sabrina Suelly Gomes da Silva Araújo Johseph Paballo Gomes de Souza Camila Honorato Albuquerque Torres Sabrina Joany Felizardo Neves Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 56 64 10.47456/rbps.v22i4.27835 Mortalidade cardiovascular total e prematura no Espírito Santo: uma análise de tendências https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/33007 <p><strong>Introdução:</strong> As doenças cardiovasculares (DCV) constituem a principal causa de morte no Brasil. O perfil dessa mortalidade no estado do Espírito Santo (ES) ainda é pouco conhecido. <strong>Objetivo:</strong> Determinar a mortalidade cardiovascular total e prematura (30 a 69 anos) no ES e sub-regiões, no período de 2006 a 2016, e comparar com as taxas no Brasil e na Região Sudeste. <strong>Métodos:</strong> Os dados dos óbitos foram obtidos do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), e as estimativas populacionais para o período foram as do censo demográfico de 2010, com projeções para os demais anos intercensitários. As taxas de mortalidade foram padronizadas pela idade, segundo a população do Brasil em 2010. <strong>Resultados:</strong> No Brasil, Sudeste e ES, houve queda acentuada das taxas de mortalidade cardiovascular total e prematura no período apurado, sendo essa queda mais acentuada no ES em relação ao Brasil com variação de, aproximadamente, 20% no início da série. Em 2012, as taxas se estabilizaram ficando abaixo das observadas no Brasil e Sudeste. No ES, 40,2% dos óbitos por DCV ocorreram em idade prematura (30 a 69 anos). No Brasil e Sudeste esse percentual foi de 39,7% e 41,2%, respectivamente. <strong>Conclusão:</strong> Ocorreu declínio nas taxas de mortalidade por DCV no Brasil, Sudeste e ES no período apurado, com declínio maior no ES. Nos três segmentos, a taxa de mortalidade prematura é ainda elevada. Portanto, a prevenção primária de fatores de risco deve ser intensificada para se atingirem as metas de redução da mortalidade cardiovascular prematura estabelecidas para 2025.</p> Juliana Bottoni de Souza Eliana Zandonade José Geraldo Mill Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 65 73 10.47456/rbps.v22i4.33007 Análise epidemiológica da sífilis em gestantes no município de Curitiba/PR: um estudo observacional descritivo https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/27827 <p><strong>Introdução:</strong> A sífilis é uma doença sistêmica, curável e de distribuição epidemiológica mundial. Sua transmissão ocorre na forma sexual, vertical ou sanguínea. No Brasil, a sífilis em gestantes é um agravo de notificação compulsória. O estudo tem como objetivo descrever a epidemiologia de casos notificados de sífilis em gestantes no município de Curitiba/PR. <strong>Método:</strong> Trata-se de um estudo e observacional descritivo de base documental. Os dados foram fornecidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba através do registro SINAN. Foi utilizado para a análise o período de 2007-20017. Consideraram-se as variáveis: faixa etária, raça/cor, trimestre, escolaridade, classificação clínica, esquemas prescritos e tratamento de parceiro sexual. Para contraponto com média brasileira, utilizou-se o Boletim Epidemiológico da Sífilis, 2018. <strong>Resultados:</strong> Conforme análise inferencial em série histórica de Curitiba, há aumento de casos notificados/ano (p&lt;0,001), ao longo da série histórica. No município, a incidência é maior entre 20 e 29 anos, e em gestantes com ensino fundamental incompleto. A detecção é durante fase clínica latente tardia, e tratamento realizado no início da gestação. No Brasil, predominam casos de sífilis primária (32%) e casos ignorados (28%), sendo os tratamentos tardios. <strong>Conclusão:</strong> Os dados municipais e nacionais revelaram um aumento progressivo na incidência e prevalência da sífilis em gestantes. Foram identificadas imprecisões de preenchimento das fichas do SINAN, as quais atuaram como fatores limitantes do estudo. Salienta-se que otimizar a capacidade de coleta de dados oficiais de alta qualidade e de fácil acesso é de fundamental importância para combate desse agravo de saúde pública.</p> Perola Motter Pereira Bruno Marach Bizinelli Pedro Henrique Alves Martins Guerra Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 74 83 10.47456/rbps.v22i4.27827 Confiabilidade e análise fatorial de um questionário sobre acesso dos diabéticos às consultas com endocrinologistas https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/32914 <p><strong>Introdução</strong>: O acesso ao serviço de saúde está em evidência nas discussões dos sistemas de atenção à saúde, incluindo na literatura científica, que tem descrito diversas dimensões desse constructo.<strong> Objetivo:</strong> Avaliar confiabilidade e estrutura configural de questionário sobre acesso dos diabéticos às consultas com endocrinologista no Sistema Único de Saúde (SUS), segundo dimensões disponibilidade, viabilidade financeira e aceitabilidade. <strong>Métodos:</strong> Elaborou-se um questionário para avaliar o acesso abarcando as dimensões disponibilidade, viabilidade financeira e aceitabilidade, e foram entrevistados por meio de ligação telefônica 472 diabéticos agendados pelo Sistema de Centrais de Regulação no SUS, no Espírito Santo. Para determinar a confiabilidade do questionário, foram realizadas análises de reprodutibilidade por teste-reteste e avaliação da consistência interna pelo alpha de Cronbach. A estrutura configural e congruência teórico-empírica foram determinadas segundo análise de componentes principais com rotação ortogonal varimax.<strong> Resultados:</strong> A maioria das respostas do questionário apresentaram concordância substancial e quase perfeita nas três dimensões avaliadas. Excluiu-se um item na dimensão disponibilidade por apresentar estabilidade moderada (k = 0,41, IC95% = 0,08 – 0,73). Ao final, o instrumento inicial com 25 questões foi reduzido para 15, sendo mantidas as dimensões disponibilidade (α de Cronbach 0,669), viabilidade financeira (α de Cronbach 0,526) e aceitabilidade (α de Cronbach 0,568). Os componentes resultantes apresentaram altas cargas fatoriais (&gt; 0,3) e confiabilidade aceitável (&gt; 0,5) para a maioria dos itens. <strong>Conclusão:</strong> A confiabilidade e estrutura configural indicam a viabilidade de mensuração das propriedades de medida do questionário e sugerem a sua aplicabilidade em populações semelhantes à do estudo.</p> Marcelle Lemos Leal Edson Theodoro dos Santos Neto Monica Cattafesta Nágela Valadão Cade Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 84 96 10.47456/rbps.v22i4.32914 Fatores associados a complicações respiratórias e não respiratórias em pacientes obesos candidatos à cirurgia bariátrica https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/24493 <p><strong>Introdução:</strong> A cirurgia bariátrica é uma opção eficaz de tratamento amplamente utilizada para graus avançados de obesidade. É essencial conhecer o perfil e características clínicas dos pacientes e identificar fatores associados a complicações pós-operatórias. <strong>Objetivos:</strong> Descrever o perfil dos pacientes submetidos à cirurgia bariátrica em um Hospital Escola no Município de Vitória-ES/Brasil, caracterizar a amostra, descrever as principais complicações no período pós-operatório e os fatores associados a elas. <strong>Métodos:</strong> Estudo descritivo transversal, com indivíduos submetidos à cirurgia bariátrica. Dados sociodemográficos e clínicos relacionados ao pré e pós-cirúrgico foram coletados dos prontuários físicos. <strong>Resultados e conclusão:</strong> Foram analisados 181 prontuários de pacientes submetidos à cirurgia bariátrica entre janeiro de 2014 a janeiro de 2016. Houve predomínio do sexo feminino (91,2%), pardos (53,6%), com uma média de idade de 42,4±10,7 anos. A comorbidade prevalente foi a hipertensão arterial sistêmica (67,4%) seguida de gastrite (66,3%). A via de acesso aberta (não laparoscópica) e a presença de maior número de comorbidades pré-operatórias apresentou uma associação positiva com a incidência de complicações no pós-operatório. Não foram encontradas associações entre via de acesso e as variáveis: tempo de internação e frequência de uso de cateter de O2 no pós-operatório. A realização de fisioterapia pré-operatória e o valor do IMC não apresentaram associação com: número de complicações respiratórias e não respiratórias, tempo de internação e uso de cateter O2. A identificação de fatores associados com a maior incidência de complicações pós-operatórias é de suma importância para a busca de estratégias que minimizem o risco de pacientes cirúrgicos.</p> Edna Aparecida Silveira Almeida Larissa de Souza Santos Bozi Raissa Miranda de Paula Ferreira Juliana Hott de Fúcio Lizardo Verônica Lourenço Wittmer Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 97 103 10.47456/rbps.v22i4.24493 Perfil dos pacientes atendidos em disciplina do curso de Odontologia da Universidade Federal do Espírito Santo https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/19243 <p><strong>Introdução:</strong> A população tem buscado o serviço odontológico das Universidades considerado de qualidade e em grande parte gratuito.<strong> Objetivo:</strong> Identificar o perfil sociodemográfico, histórico de saúde e hábitos de saúde bucal dos pacientes atendidos na disciplina de Odontologia Restauradora Clínica (ORC) da UFES. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de um estudo transversal descritivo a partir de prontuários odontológicos. Os dados coletados foram submetidos à estatística descritiva, teste de Fischer e Razão de Máxima Verossimilhança. <strong>Resultados:</strong> Foram atendidos 222 indivíduos. Pacientes na faixa etária de 51-60 anos (38,8%), mulheres (75,2%) e procedentes da Região Metropolitana de Vitória-ES (94,60%) foram os que mais buscaram por atendimento. Um total de 150 pacientes relatou possuir doenças sistêmicas, sendo 39,3% com mais de 3 doenças concomitantes. As alterações sistêmicas mais prevalentes foram as cardiovasculares (23,78%) e as doenças infecciosas (15,36%). O uso regular de medicamentos foi relatado por 132 pacientes, significativamente maior em mulheres (65,9%) e na faixa etária de 51-60 anos (79,1%) (p=0,00). O uso de anti-hipertensivos foi referido por maior número de pacientes (21,72%), seguidos dos ansiolíticos (17,17%). Quanto aos cuidados com higiene bucal, a maioria dos pacientes relatou escovar os dentes 3x/dia (63%) e usar diariamente o fio dental (63,5%), sendo este mais prevalente nas mulheres (71,3%) (p=0,00). <strong>Conclusão:</strong> Os pacientes foram predominantemente do sexo feminino, na faixa etária de 51 a 60 anos. As doenças cardiovasculares foram mais referidas, sendo os anti-hipertensivos a medicação mais utilizada. Relataram alto consumo de açúcar e escovação dentária 3x/dia.</p> Mayara Faria de Moraes Hosana Ewald Oliveira Daniela Nascimento Silva Martha Chiabai Cupertino Castro Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 104 112 10.47456/rbps.v22i4.19243 Reflexões da identidade profissional de enfermeiras supervisoras no âmbito hospitalar https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/32832 <p><strong>Introdução:</strong> A identidade não se limita à escolha do ofício ou aquisição do diploma. O trabalho da enfermeira é marcado pela dicotomia entre atividades gerenciais e assistenciais, que repercutem nas atribuições e responsabilidades técnica e legal. <strong>Objetivo:</strong> Identificar os processos de trabalho realizados por enfermeiras supervisoras no âmbito hospitalar e a interface destes com a identidade profissional. <strong>Métodos:</strong> Estudo descritivo exploratório, de abordagem qualitativa, realizado num hospital do interior da Bahia. As participantes foram nove enfermeiras, no ano de 2018. Utilizou-se a técnica de entrevista, norteada por instrumento semiestruturado. Para a análise de dados, foi adotada a hermenêutica dialética, sustentada no referencial teórico de Sanna.<strong> Resultados:</strong> As categorias resultantes da análise foram denominadas de acordo com o processo de trabalho adotado pelas enfermeiras supervisoras (administrar, assistir, ensinar, participar politicamente e pesquisar). O estudo evidenciou que a rotinização do processo de trabalho é uma necessidade apontada pelas supervisoras para o estabelecimento das competências gerenciais. Os determinantes da identidade profissional da enfermeira supervisora no âmbito hospitalar se dão através das dimensões do processo de trabalho. <strong>Conclusão:</strong> A identidade profissional dessas enfermeiras se constitui conforme os processos de trabalho que exercem (ou não) e de elementos que compõem a sua identificação como enfermeiras, influenciando como atuam na supervisão da equipe de Enfermagem e dos serviços de saúde.</p> Shirlene Cerqueira dos Santos Deybson Borba de Almeida Gilberto Tadeu Reis da Silva Glêcia Carvalho Santana Josse Maria Melo Lima Leidiane Moreira Alves Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 113 121 10.47456/rbps.v22i4.32832 Caracterização dos casos de óbitos por neoplasias da cavidade oral no estado do Espírito Santo, Brasilo do Espírito Santo, Brasil https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/21801 <p class="Default"><strong>Introdução:</strong> As neoplasias da cavidade oral representam um problema de saúde pública, e entre os fatores de risco para seu desenvolvimento está, principalmente, o uso concomitante de cigarro e álcool. <strong>Objetivo:</strong> Caracterizar os casos de óbito por neoplasias da cavidade oral na população do estado do Espírito Santo, no período de 2011 a 2016. <strong>Métodos:</strong> Os dados foram obtidos a partir do Sistema de Informação sobre Mortalidade, levando-se em consideração as seguintes variáveis: município de residência, ano do óbito, faixa etária, sexo, raça, escolaridade, estado civil e local de ocorrência. <strong>Resultados:</strong> No período, foram registradas 548 mortes por neoplasias da cavidade oral, sendo 77% dos casos no sexo masculino, 49,4% em indivíduos brancos, 30,5% com idade entre 50-59 anos, e 37,8% casados. Um percentual de 48,2% dos registros para Escolaridade foi ignorado, e o principal local de óbito foi o ambiente hospitalar (79,6%). Na região de saúde metropolitana ocorreram 60,6% dos casos, e a categoria CID-10 mais acometida foi a C02 (neoplasia maligna de outras partes e de partes não especificadas da língua) e C06 (neoplasia maligna de outras partes e de partes não especificadas da boca), seguidas de C01 (neoplasia maligna da base da língua). <strong>Conclusão:</strong> Conclui-se que há a necessidade de ampliação e disponibilização de acesso aos cuidados básicos de saúde oral para o diagnóstico precoce, e também um melhor tratamento e reconhecimento das lesões, principalmente para a população que apresenta as mesmas características observadas no estudo.</p> Bruno Valério da Silva Jandesson Mendes Coqueiro Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 122 129 10.47456/rbps.v22i4.21801 Ocorrência de óbitos de causa violenta em menores de 18 anos, na cidade de Cuiabá, entre os anos de 2015 e 2016 https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/24116 <p><strong>Introdução:</strong> O perfil de óbitos em menores de 18 anos no Brasil mudou de forma considerável após a urbanização do País, quando com o aumento populacional a criminalidade também começou a se intensificar, e os indivíduos passaram a ser mais vulneráveis à violência. <strong>Objetivo:</strong> O principal objetivo deste estudo é analisar a frequência e as características de mortes violentas em menores de 18 anos, ressaltando as causas predominantes de forma geral e específicas para grupos de indivíduos. <strong>Métodos:</strong> Foi realizado um estudo epidemiológico descritivo do tipo transversal, retrospectivo, no Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Cuiabá, no estado do Mato Grosso, nos anos de 2015 e 2016. <strong>Resultados:</strong> Os resultados demonstraram que as causas de morte externa têm sido responsáveis pela maioria dos óbitos, especificamente os acidentes de trânsito e a perfuração por arma de fogo. O maior percentual foi de indivíduos entre 13 e 18 anos e do sexo masculino. <strong>Conclusão:</strong> O aumento de óbitos por causas violentas tem sido explicado pelo fato de os jovens estarem em contato com a criminalidade cada vez mais precocemente, sendo expostos a agressões, perfuração por arma de fogo e acidentes com frequência. Os não brancos, do sexo masculino, que estão na faixa etária de 13 a 18 anos, são os mais vulneráveis a essas causas de morte. Além da violência, as crianças e adolescentes vêm sendo vítimas dos acidentes, especificamente de trânsito, responsáveis por 21,5% das causas de óbito.</p> Aline Bruehmueller Ale Fernandes Igor Lucas Pinheiro de Sousa Jordana Gasparelo Santi Maristela da Silva Andreoni Paulo Luiz Batista Nogueira Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 130 136 10.47456/rbps.v22i4.24116 Relação PaO2/FiO2, volume corrente, lactato e prognóstico em sepsis https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/34040 <p><strong>Introdução:</strong> A sepse é um conjunto de reações inflamatórias, levando a uma disfunção orgânica. A rápida identificação e terapêutica adequada relacionam-se ao melhor prognóstico. A coleta de exames laboratoriais, como gasometria e lactato arterial, deve ser realizada em até 1 hora após o diagnóstico. <strong>Objetivo:</strong> Caracterizar pacientes com diagnóstico de sepse internados na Unidade de Terapia Intensiva Norte e Sul e Pronto Socorro Adulto do Hospital Geral do Grajaú.<strong> Métodos:</strong> Trata-se de uma pesquisa exploratória-descritiva de natureza quantitativa, prospectiva. Os dados foram coletados através de prontuários eletrônicos dos pacientes incluídos no Protocolo Institucional de Sepse Adulto em uso de ventilação mecânica invasiva. Os resultados foram analisados através de estatística descritiva. <strong>Resultados</strong>: Foram incluídos 19 pacientes, sendo 79% do sexo masculino. Fatores como idade, comorbidades, uso de drogas vasoativas, procedimentos invasivos parecem estar associados ao agravamento da sepse. O lactato arterial apresentou mediana de 29,40mmol/L para o sexo feminino e de 27mmol/L no sexo masculino. A relação PaO2/FiO2 apresentou mediana de 258mmHg para o sexo feminino e 185,5mmHg no masculino, a média do volume corrente foi de 6,50ml/Kg para o sexo feminino e 6,0ml/Kg para o masculino. Neste trabalho, 94,73% dos pacientes foram a óbito. <strong>Conclusão:</strong> A sepse é mais comum em pacientes do sexo masculino com presença de comorbidades. Esses pacientes fazem uso de dispositivos invasivos como ventilação mecânica invasiva e cateter venoso central. Apresentam altos valores de lactato arterial, relação PaO2/FiO2 levemente reduzida, tempo de internação e de uso de ventilação mecânica invasiva prolongado e alta taxa de mortalidade.</p> Viviane Brasileiro da Silva Alessa Castro Ribeiro Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 137 146 10.47456/rbps.v22i4.34040 Iniciação Científica na Universidade Federal do Espírito Santo: egressos e evolução https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/35453 <p><strong>Introdução:</strong> A iniciação científica visa incentivar a carreira científica dos estudantes de graduação, preparando-os para a pós-graduação e para uma melhor atuação profissional. <strong>Objetivos:</strong> Analisar o desempenho acadêmico (ingresso ou não de pós-graduação) de estudantes que fizeram a iniciação científica em relação aos estudantes que não participaram de nenhuma edição da iniciação científica. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de um levantamento baseado no total de estudantes egressos da graduação, que participaram da iniciação cientifica na edição 2012/13 e uma amostra de conveniência de estudantes matriculados em 2013/1, que não realizaram iniciação cientifica na Ufes. Os estudantes foram separados em grupos e verificados quanto ao ingresso em cursos de pós-graduação. Os estudantes que participaram da iniciação científica foram separados em bolsistas e voluntários. <strong>Resultados:</strong> Os estudantes que participaram da iniciação científica se destacam quanto ao ingresso em cursos de pós-graduação quando comparados aos estudantes que não fizeram iniciação científica. Na coorte dos que realizaram a iniciação científica, os bolsistas apresentaram melhor percentual de ingresso em programas de mestrado e doutora/do (47,2% e 22,7%, respectivamente). Também se observa nos últimos anos, um crescimento do número de subprojetos aprovados. O crescimento ocorre em praticamente todas as Áreas do Conhecimento. A Área de maior número de subprojetos na atualidade é de Área de Ciências da Saúde. <strong>Conclusão:</strong> Os dados reforçam que ter bolsa de iniciação científica aumenta a chance de ingresso em programas de mestrado e doutorado, e que, o crescimento da iniciação científica impacta significativamente no crescimento da pós-graduação.</p> Alan Diniz Salazar Antonio Rocha Neto Ludmila Gonçalves Martins Neyval Costa Reis Jr Valdemar Lacerda Jr Fábio Luiz Partelli Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 8 14 10.47456/rbps.v22i4.35453 Saúde materna em tempos de COVID-19: o que sabemos e para onde vamos? https://portaldepublicacoes.ufes.br/rbps/article/view/35454 <p>Editorial.</p> Cássia Regina Gotler Medeiros Carolina Dutra Degli Esposti Katrini Guidolini Martinelli Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-06-14 2021-06-14 22 4 4 7 10.47456/rbps.v22i4.35454