https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/issue/feed Revista Farol 2022-06-20T00:00:00-03:00 Angela Grando angelagrando@yahoo.com.br Open Journal Systems <p>A Revista Farol é uma publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Arte da Universidade Federal do Espírito Santo. Como periódico da área de Artes, esta revista apresenta-se como um espaço complementar de disseminação da produção teórica sobre arte moderna e contemporânea, História da Arte e pesquisas relacionadas a esses campos.</p> https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/35982 Arte Indígena Contemporânea Decolonialidade e ReAntropofagia 2021-11-22T12:46:29-03:00 Gloria Alejandra Guarnizo Luna alelunabrasil2000@gmail.com Maria Bernardete Ramos Flores mbernaramos@gmail.com Sabrina Fernandes Melo sabrina.melo@academico.ufpb.br <p>O artigo reflete sobre a dimensão decolonial da arte indígena contemporânea pela tática da (re)antropofagia e da insurgência, pela abordagem da produção de artistas indígenas, que mesclam referências cosmológicas e visualidades indígenas com apropriações de cânones artísticos, linguagens e tecnologias do Ocidente. Artistas que ocupam os espaços institucionalizados e se inserem no mercado de arte contemporâneo, promovendo fissuras nas narrativas hegemônicas sobre os povos originários do Brasil. Esse fenômeno, que aparece na cena da arte contemporânea brasileira, será percebido em diálogo com o pensamento, as ações e as poéticas de dois artistas indígenas, reconhecidos no Brasil e no exterior. Jaider Esbell, que traz os fundamentos do que se configura como <em>Arte Indígena Contemporânea</em>, e Denilson Baniwa, que concebe a <em>Arte Puçanga</em> e seu poder de insurgir, enfeitiçar e curar feridas coloniais.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Gloria Alejandra Guarnizo Luna, Maria Bernardete Ramos Flores, Sabrina Fernandes Melo https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/36548 A Invisibilidade da arte indígena contemporânea no Currículo Paulista de Arte 2021-11-22T12:33:31-03:00 Elisângela de Freitas Mathias belearte@gmail.com <p>O Caderno do Aluno é um documento que visa auxiliar no desenvolvimento das habilidades propostas pelo Currículo Paulista de Arte e são constituídos por Situações de Aprendizagem, com propostas de atividades a serem postas em prática em sala de aula. O objetivo deste artigo é propor uma análise das atividades sugeridas no Caderno do Aluno, do 8º ano do Ensino Fundamental, para a compreensão do modo como as artes visuais indígenas são abordadas. Tal análise, terá como base a comparação das habilidades propostas pelo Currículo Paulista de Arte com o material em vídeo disponibilizado nestes cadernos. A hipótese que se pretende aqui é a de evidenciar que as artes visuais indígenas são silenciadas, invisibilizadas e tratadas como subterfúgio para o cumprimento de uma lei obrigatória, caso contrário, teríamos as produções artísticas contemporâneas dos próprios indígenas como material para estudo.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Elisãngela de Freitas Mathias https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/35830 Decolonialidade 2021-11-22T12:59:46-03:00 Raquel das Neves Coli raquelnevescoli@gmail.com <p>O presente artigo trata sobre decolonialidade a partir de alguns teóricos como Anibal Quijano, Luciana Ballestrin, Ramón Grosfoguel e Walter Mignolo. Abordando como a partir da colonização criou-se uma hegemonia do conhecimento que perdura até os dias atuais em todos os campos do saber, sendo analisado nesse artigo o campo da arte. Assim, após um breve percurso sobre a decolonialidade, são abordados alguns trabalhos artísticos que incorporam em suas obras questões do debate sobre colonização e decolonialidade.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Raquel das Neves Coli https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/36559 Diálogos entre as artes, a educação e a história 2021-09-06T20:06:43-03:00 Thays Alves Costa tizepeixe@gmail.com Diego Ribeiro dieghor@hotmail.com <p>O objetivo deste artigo consiste em desenvolver um diálogo entre as artes, a educação e a história, contemplando as dimensões histórica e crítica das produções de Rosana Paulino e de Luís Gama. A primeira, artista contemporânea, apresenta em suas obras referências diretas à história do Brasil, como uma espécie de denúncia e de reparação do nosso passado tão violento e lastimável no contexto da escravidão. Já o advogado e poeta Luís Gama foi um dos personagens importantes do movimento abolicionista brasileiro, sendo um dos responsáveis por estabelecer estratégias jurídicas para a libertação dos escravizados, além de desenvolver uma rica obra literária, como o livro de poemas <em>As</em> <em>Primeiras Trovas Burlescas de Getulino</em>, de 1859. Desse modo, este artigo vai apresentar o ato de resistência por meio da poesia de Luís Gama e do desejo de reparação na arte de Rosana Paulino, que demonstram a importância do estudo desses personagens na educação básica.&nbsp;</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Thays Alves Costa, Diego Ribeiro https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/38031 Arte indígena cosmopolítica 2022-04-08T11:28:02-03:00 Isabela Frade ufes.colartes@gmail.com Alexandre Guimarães ufes.colartes@gmail.com <p>Através do conceito Arte Indígena Contemporânea (AIC) cunhado por Jaider Esbell, artista macuxi, a arte indígena se estabelece como categoria relativamente autônoma no cenário atual, demarcando seu protagonismo diante do esgotamento do próprio conceito de arte e da agravada crise socioambiental. Ressaltamos sua obra como multiverso que projeta, para além de seu território Raposa Serra do Sol, em Roraima, as cosmogonias do seu povo Macuxi, semeadas e disseminadas&nbsp; em diversas regiões do país e fora dele. Na compreensão ancestral resgatada do herói mítico Makunaimî – cuja pronúncia corrigida, em suas inúmeras mensagens, performances e discursividades artísticas, restabelece um elo com o seu significado ancestral através de uma antropofagia reversa, propondo uma <em>Arte Indígena Cosmopolítica</em>. <br><br><br></p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Isabela Frade, Alexandre Guimarães https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/37163 Apenas um ensaio visual 2021-12-08T14:05:36-03:00 Coletivo MAHKU mestradocirillo@gmail.com <p>MAHKU é um coletivo de artistas indígenas da etnia Huni Kuin do Alto Rio Jordão no Acre. O movimento, que foi criado em 2013 por Ibã Huni Kuin (Isaias Sales), conta também com Kássia Rare Karaja Hunikuin (Kássia Borges), que faz parte do grupo desde 2018. Desde a sua criação, o MAHKU tem participado de várias exposições no Brasil e exterior, retratando a história Huni Kuin, sua língua e a miração guiada pela Ayahuasca. Com o objetivo de proteger a cultura e a floresta, o coletivo tem arrecadado fundos para a compra de mata virgem com a venda de suas obras, que figuram em diversos acervos como no MASP, Pinacoteca de São Paulo, MAM, Instituto Moreira Sales, Fundação Cartier, Universidade Federal do Amazonas, Universidade Federal de Uberlândia dentre outros.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Coletivo MAHKU https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/37152 Kogróg 2021-12-08T12:20:18-03:00 Sheilla P. Dias de Souza mestradocirillo@gmail.com Maria Vitória Neri mestradocirillo@gmail.com Sanda Kokrog Ninvaia Glicério mestradocirillo@gmail.com Raquel Rodrigues de Jesus mestradocirillo@gmail.com <p>Este texto foi escrito a partir de metodologias associadas ao decolonialismo nas artes, ao conceito de epistemicídio, à pesquisa em artes e à autoetnografia, com as quais buscou-se promover uma criação coletiva entre estudantes de Artes Visuais e professores Kaingang 5 . Trata-se da análise de uma pintura realizada coletivamente sobre um cesto Kaingang, com o objetivo de compartilhar vivências distintas e promover maior conhecimento sobre a cultura Kaingang, sem tirar o protagonismo indígena.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Sheilla P. Dias de Souza, Maria Vitória Neri, Sanda Kokrog Ninvaia Glicério, Raquel Rodrigues de Jesus https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/37157 Criação compartilhada na pintura sobre cestaria Kaingang 2021-12-08T12:34:14-03:00 Isabella Pires Vertuam Martins mestradocirillo@gmail.com Jussara Padilha mestradocirillo@gmail.com Raquel Rodrigues de Jesus mestradocirillo@gmail.com <p>Este trabalho buscou na análise sobre o processo de pintura coletiva sobre o cesto, estabelecer associações entre a retomada de valores culturais Kaingang e a descolonização das artes na contemporaneidade. Os referenciais metodológicos partem da pesquisa em poéticas visuais, do pensamento decolonial e de estudos sobre aspectos cosmológicos da arte Kaingang. O processo colaborativo durante a criação compartilhada na pintura do cesto, permitiu a construção de pontes entre os saberes da cultura Kaingang e conceitos acadêmicos, no sentido de alinhavar elementos para o diálogo intercultural.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Isabella Pires Vertuam Martins, Jussara Padilha, Raquel Rodrigues de Jesus https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/37158 A toxicidade da anilina e o tingimento natural na cestaria Kaingang 2021-12-08T12:43:57-03:00 Florêncio Rekayg Fernandes mestradocirillo@gmail.com Elvira Nivagtanh Crespim mestradocirillo@gmail.com Júlia Tiemi mestradocirillo@gmail.com <p>O artigo reflete sobre experiências com pigmentos naturais em substituição à anilina para o tingimento da cestaria Kaingang. Dessa forma, verificamos a partir de experiências estéticas o uso de pigmentos naturais no tingimento da cestaria Kaingang como estratégia para a retomada de conhecimentos ancestrais, tomados a partir de uma intervenção artística com pigmentos naturais em um cesto Kaingang.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Florêncio Rekayg Fernandes, Elvira Nivagtanh Crespim, Júlia Tiemi https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/37159 Imagens Invisíveis 2021-12-08T12:51:27-03:00 Kennedy Piau mestradocirillo@gmail.com <p>Um redemoinho de questões aflorara e conduz este texto: por que a produção<br>imagética de determinados segmentos sociais tornaram-se (e tornam-se) invisíveis para o mundo<br>restrito da arte? Partimos de uma proposição de Argan sobre a arte como fruto do trabalho<br>articulando técnica/operacionalização e mente/intelecto/imaginação. Assim, analisamos alguns<br>aspectos da arte dos povos indígenas e sua apropriação pela arte contemporânea, promovendo<br>um debate com pé na ancestralidade e outra no sistema das artes que prometem certa<br>visibilidade a estes artistas invisibilizados pelo próprio sistema.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Kennedy Piau https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/37162 Objetos mestiços 2021-12-08T13:58:26-03:00 Coletivo Kókir mestradocirillo@gmail.com <p>Neste ensaio visual são apresentados nove trabalhos: uma criação individual com o título “Retrocesso” (2021) e as demais imagens que fazem parte de duas diferentes séries e de um vídeo. As séries são: “Lugar inespecífico” (2018) e <em>Autodelaração” (2021)</em> <em>e o vídeo </em>“<em>Claviculário, uma exposição desconfinada” (2020). “Retrocesso” (2021) </em>é uma colagem digital feita a partir de uma escultura em metal, realizada pela fundadora da Associação Indigenista – ASSINDI – Maringá, Darcy Dias de Souza. A escultura apresenta a imagem do mapa do Brasil preso por correntes fixadas em um círculo. A partir de uma fotografia do mapa a imagem foi invertida digitalmente com o acréscimo de elementos na cor vermelha, que remetem ao foco de uma arma. “Retrocesso” tem uma estreita ligação com dois trabalhos apresentados neste ensaio: os dois frames do vídeo “Claviculário, uma exposição desconfinada”, onde se vê um coração de argila, também acorrentado, assim como a imagem de um prato vazio com uma colher e um cadeado, entre outros objetos. O vídeo foi feito com filmagens da exposição Claviculário, de autoria de Tadeu dos Santos Kaingang. A exposição foi contemplada no prêmio Convite às Artes Visuais, promovida pela Secretaria Municipal de Maringá. Ocorreu que, na ocasião da abertura da exposição, em 17 de março de 2020 a prefeitura de Maringá decretou medidas de isolamento social, sendo a exposição fechada portanto, no mesmo dia em que seria aberta ao público. Por este motivo o coletivo produziu o vídeo com a parceria do músico Petrônio Lorena e da família do músico Walter Smetak, que cedeu os direitos de uso de uma música que compõe a trilha sonora do vídeo. Correntes e cadeados, juntamente com a inversão do mapa sinalizam o posicionamento crítico manifesto no movimento Levante pela Terra, no qual indígenas de todo Brasil buscam defender-se das políticas governamentais que visam a implantação de um projeto de Lei (PL 490), conhecido como Marco Temporal. Nesse sentido a fotografia da performance “Autodeclaração I” também dialoga com as imagens anteriores ao apresentar um corpo unido a um cesto Kaingang por meio de um cordão. A reflexão sobre questões ligadas aos territórios e identidades indígenas no Brasil também permeia os trabalhos da Série “Lugar inespecífico” criada entre o coletivo e o povo Tupinambá de Olivença (BA) durante a realização da residência artística promovida pela ONG Thdewá “Arte Eletrônica Indígena - (AEI) em 2018. Parte das obras produzidas na residência podem ser vistas na exposição virtual “Sonho dos Encantados” produzida pelo coletivo, com curadoria de Jussara Oliveira, disponível na plataforma Kunstmatrix. As colagens digitais que compõem a série “Lugar inespecífico” são cocriações realizadas com crianças, jovens e adultos da comunidade Tupinambá de Olivença a partir da escuta de seus sonhos, que foram transformados coletivamente nas imagens da série.</p> <p> </p> <p><strong>Coletivo Kókir - Minibio</strong></p> <p>Formado pelos artistas Tadeu dos Santos Kaingang e Sheilla Souza, o Coletivo Kókir apresenta em suas criações questões relacionadas às culturas indígenas na contemporaneidade. Kókir significa fome na língua Kaingang. Tadeu e Sheilla são também professores no curso de Artes Visuais na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e membros da Associação Indigenista – ASSINDI – Maringá (PR). O diálogo entre arte, cidade e povos indígenas configura-se de diferentes maneiras, como instalações, pinturas, fotografias, vídeos, performances, ações, oficinas, residências e publicações. Os trabalhos realizados pelo coletivo buscam a reflexão sobre a importância dos saberes indígenas na interação com grupos, comunidades e artistas indígenas e não indígenas.</p> <p><a href="http://www.assindi.org.br/">http://www.assindi.org.br/</a></p> <p><a href="http://www.olharcomum.com.br/sustento-coletivo-kokir-farol-galeria-de-arte-e-acao/">http://www.olharcomum.com.br/sustento-coletivo-kokir-farol-galeria-de-arte-e-acao/</a></p> <p><a href="https://www.select.art.br/tag/coletivo-kokir/">https://www.select.art.br/tag/coletivo-kokir/</a></p> <p><a href="https://www.facebook.com/institutoculturalinga/posts/1269690769750600/">https://www.facebook.com/institutoculturalinga/posts/1269690769750600/</a></p> <p><a href="https://aei.art.br/fome-ancestral-conheca-mais-sobre-a-ponte-que-vai-unir-e-nutrir-os-tupinamba-de-olivenca-na-bahia-e-o-kaingang-do-ivai-no-parana/">https://aei.art.br/fome-ancestral-conheca-mais-sobre-a-ponte-que-vai-unir-e-nutrir-os-tupinamba-de-olivenca-na-bahia-e-o-kaingang-do-ivai-no-parana/</a></p> <p><a href="https://aei.art.br/reconectar-a-imensidao/">https://aei.art.br/reconectar-a-imensidao/</a></p> <p> </p> <p> </p> <p>Exposições coletivas</p> <p>2021 – (Exposição Virtual) Arte com Indígenas em Residências Eletrônicas. <a href="https://aei.art.br/aire/co-criacoes/">https://aei.art.br/aire/co-criacoes/</a></p> <p>2021 – (Virtual) Sonho dos Encantados</p> <p><a href="https://artspaces.kunstmatrix.com/en/exhibition/5405149/sonho-dos-encantados-dream-of-the-enchanted-coletivo-k%C3%B3kir-artistas-convidados">https://artspaces.kunstmatrix.com/en/exhibition/5405149/sonho-dos-encantados-dream-of-the-enchanted-coletivo-k%C3%B3kir-artistas-convidados</a></p> <p>2021- (Exposição Virtual) Pioneiros Indígenas em Mariguã</p> <p><a href="https://artspaces.kunstmatrix.com/en/exhibition/6132212/ind%C3%ADgenas-pioneiros-em-marigu%C3%A3-pioneer-indians-in-marigu%C3%A3">https://artspaces.kunstmatrix.com/en/exhibition/6132212/ind%C3%ADgenas-pioneiros-em-marigu%C3%A3-pioneer-indians-in-marigu%C3%A3</a></p> <p>2020/21 – Reconectar a Imensidão. Exposição virtual – www.aei/art</p> <p>2018 – Arte eletrônica Indígena (AEI). Museu de Arte Moderna de Salvador - BA</p> <p>2016 Coletivo Kókir. Sustento/Voracidade. Galeria Farol e Museu Paranaense. Curitiba-PR</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Coletivo Kókir https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/38032 Kanhgág ag tỹ vãgfy hynhanh kãme: Nén tỹ vẽnhven ven ja to jykre kanhgág ag vãfy ki 2022-04-08T12:06:01-03:00 Florêncio Rekayg Fernandes ufes.colartes@gmail.com João Natalino Pantu ufes.colartes@gmail.com Tadeu dos Santos Kaingang ufes.colartes@gmail.com Sheilla P. Dias de Souza ufes.colartes@gmail.com <p>Kỹ inh rãnhrãj ta ki isóg ãjag mỹ. Isỹ nén to rãnhrãj ja to kãmén ke vẽ ẽg tỹ vẽnhmãn ja extensão Arte kara ũ ag jykre to: ẽg ve to kara vẽnh jykre kujãgja, rãnhrãj tỹ Universidade Estadual de Maringá (UEM) tá. Ẽg rãnhráj tag vỹ kanhgág ag tỹ vãfy han to kãmén ke kara sygsán ke kanhgág ag tỹ régré nỹtĩ ẽn gĩr ag kanhrãn tĩ ag kara nén ũ hynhan há , ũ ag kanhrãn tĩ kara vẽnhrán tĩ ag curso tỹ Artes Visuais kãki UEM tá. Kỹ ẽg tóg rãnhrãj há han mũ vẽnh jykre tỹ hẽn ri ke ag mré ũ tỹ vẽnhrá sĩnvĩ hynhan tĩ ag, autoetnografia kara etnohistória ki gé. Hãra ẽg tỹ nén ũ tỹ téj e sór tag vỹ ẽg to kanhrãn mũ kanhgág ag vã ASSINDI gfy tag to kara ag to kamén mũ gé hã vỹ isỹ rãnhrãj tag pẽnjẽg han mũ.Nén tá jun mũ, kara vãgfy sygsán mũ, vỹ tỹ ti tỹ Associação Indigenista (ASSINDI) – Maringá tá vygven nỹtĩ, kỹ tóg sir to artigo han mũ, kara&nbsp; sir ũn régre ag tỹ jagnẽ mré han mũ rãnhrãj tag ti, kỹ tóg sir tỹ nén ũ há nĩ ti tỹ tãmĩ kanhgág ũ ag jykre vygven kỹ, kỹ sir ũ ag kanhrãn tĩ tỹ Artes ág mỹ há tĩ.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Florêncio Rekayg Fernandes; João Natalino Pantu , Tadeu dos Santos Kaingang, Sheilla P. Dias de Souza https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/38033 História da origem dos cestos Kaingang 2022-04-08T12:14:44-03:00 João Natalino Pantu ufes.colartes@gmail.com Tadeu dos Santos ufes.colartes@gmail.com Sheilla Patrícia Dias de Souza ufes.colartes@gmail.com <p>Este artigo apresenta estudos sobre a cestaria e pinturas em cestos Kaingang por duplas de professores Kaingang junto a artistas, professores e estudantes do curso de Artes Visuais da UEM. Foram utilizados referenciais metodológicos interdisciplinares associando pesquisa em poéticas visuais, autoetnografia e etnohistória. Os resultados desdobram-se na produção de artigos, feitos também pelas demais duplas de participantes do projeto, que contribuem para a divulgação sobre aspectos da arte indígena, subsidiando a prática dos professores de Artes.</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 João Natalino Pantu, Tadeu dos Santos, Sheilla Patrícia Dias de Souza https://portaldepublicacoes.ufes.br/farol/article/view/38132 Outros horizontes na arte brasileira: 2022-04-26T12:58:51-03:00 Editores ufes.colartes@gmail.com <p>Editorial da revista</p> 2022-06-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Editores