https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/issue/feed Revista Ágora 2022-01-14T13:31:39+00:00 Adriana Pereira Campos revistaagoraufes@gmail.com Open Journal Systems <p>Periódico publicado pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Espírito Santo desde 2005, com periodicidade quadrimestral. ISSN 1980-0096. É usado o Open Journal Systems (OJS 3.3.0.8), sistema de código livre gratuito para a administração e a publicação de periódicos, desenvolvido com suporte e distribuição pelo <a href="http://pkp.sfu.ca/">Public Knowledge Project</a> sob a licença GNU General Public License. </p> https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/37333 Os Governos do Império: vice-reis, governadores e capitães-mores no mundo português (séculos XVI-XIX) – Governos e práticas governativas 2022-01-13T21:07:14+00:00 Arthur Curvelo arthurasccurvelo@gmail.com Thiara Bernardo Dutra thiarabernardo@hotmail.com <p>Apresentação do dossiê "Os Governos do Império: vice-reis, governadores e capitães-mores no mundo português (séculos XVI-XIX) – Governos e práticas governativas"</p> 2022-01-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/37337 Pareceristas 2022-01-14T13:31:39+00:00 <p>O Comitê Editorial da Revista Ágora agradece aos pareceristas que contribuíram na avaliação de artigos para o volume 32 (n.3), tornando possível o sistema de “avaliação pelos pares” (duplamente cega) adotado por este periódico científico e contribuindo para a qualidade da publicação. A lista dos pareceristas dessa edição pode ser conferida no arquivo PDF.</p> 2022-01-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/34942 “Quando não assiste nela o Conde de Vila Franca”: os governadores da ilha de São Miguel (Açores) nos séculos XVII e XVIII 2021-07-27T12:38:07+00:00 José Damião Rodrigues josedamiaorodrigues@campus.ul.pt <p>Apesar da sua dimensão, ou precisamente por isso e pelo facto de se configurarem como territórios espacialmente bem circunscritos, tendo em consideração as dinâmicas políticas e imperiais dos séculos XVI-XVIII, por um lado, e a função da “economia da graça” nas relações entre monarquia e vassalos, por outro, consideramos que os espaços insulares podem funcionar como um bom estudo de caso quer para a análise da composição sociológica das elites locais e do funcionamento das redes familiares e relações inter-pessoais, quer para a das relações entre o centro político (a coroa) e os poderes locais (senhoriais ou municipais). Assim, tomando como escala de observação o universo insular dos Açores e na continuação de investigações anteriores e de projectos em curso, no quadro de um modelo político e social de Antigo Regime, pretendemos aqui apresentar um caso menos conhecido, mas nem por isso menos interessante, o dos governadores da ilha de São Miguel, cuja nomeação constituiu um privilégio dos capitães e senhores da ilha de São Miguel nos séculos XVII e XVIII. Com base numa análise que articula a metodologia prosopográfica e as histórias de vida, este estudo de caso revela qual o lugar que este cargo ocupava num <em>cursus honorum</em> que, no caso dos militares, os conduziria depois a postos de maior importância e projecção no contexto do império português.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36093 Os governos interinos no Império Português (séculos XVII-XVIII) 2021-09-01T18:28:41+00:00 Naira Maria Mota Bezerra nairamariamota@gmail.com <p>Este trabalho tem por tema central os governos provisórios – ou interinos – em regiões ultramarinas do império português entre os séculos XVII e XVIII. Governos interinos eram aqueles formados por ocasião da ausência do governador nomeado pela Coroa portuguesa, também aqui chamado de governador titular. A partir de um caso emblemático acontecido na Bahia em 1760, serão analisadas questões acerca da normativa, bem como exemplos históricos que permitem ver aspectos da formação, das motivações das vacâncias e dos perfis sociais dos que assumiam as funções governativas. A hipótese é de que a existência de governos interinos dentro do quadro político da monarquia portuguesa foi também uma estratégia e não apenas resultado de contingências emergenciais.</p> <p> </p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/35990 “Com cartas para todas as câmaras deste Estado”: a comunicação política entre o governo-geral e as câmaras do Estado do Brasil (1642-1682) 2021-07-16T18:30:14+00:00 Hugo André Flores Fernandes Araújo hugoaffa@hotmail.com <p>Neste artigo analisaremos a dinâmica interna de comunicação política entre os governadores-gerais do Estado do Brasil e as câmaras municipais. Apresentaremos os aspectos quantitativos da troca de correspondência, atentando para as variações ao longo do tempo, assim como faremos uma análise dos assuntos discutidos a fim de identificar e caracterizar as dinâmicas de governo estabelecidas. Analisaremos de modo mais detido as correspondências do governo-geral para a câmara de Salvador, buscando compreender como se conformavam os vínculos entre essas instituições e como essas relações viabilizavam a câmara de Salvador exercer influência em outras capitanias e aos governadores-gerais projetarem seu poder em escala atlântica.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36013 Para além do soldo: práticas comerciais e formas de ganhos dos governantes das Capitanias do Norte (séc. XVII – XVIII) 2021-08-06T01:35:57+00:00 Leonado Paiva de Oliveira leonardopaivalpo@gmail.com <p>Os governantes coloniais prestavam serviços à Coroa portuguesa visando receber uma premiação pelos seus anos de atuação. No entanto, além das mercês a serem recebidas no futuro, também buscavam ganhos materiais no presente. O soldo recebido era um fator de atração e muitos reclamavam dos valores, pedindo constantes aumentos. Dessa forma, esses homens procuravam complementar os seus ganhos por meio de outras práticas ao mesmo tempo em que governavam alguma capitania, sendo essas práticas às vezes permitidas pela Coroa, outras vezes não. Tendo isso em vista, esse artigo pretende analisar as diversas formas que os governantes das Capitanias do Norte, entre os séculos XVII e XVIII, encontravam para potencializar os ganhos além do soldo recebido.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36139 Jurisdições e mudanças de subordinação na administração da Capitania do Rio Grande: análise das correspondências entre autoridades coloniais (1695-1705) 2021-09-01T12:42:22+00:00 Tyego Franklim da Silva tyegofranklim@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivo analisar o processo de mudança de subordinação da capitania do Rio Grande no ano de 1701 e suas consequências no processo de territorialização da capitania em um contexto de aplicação de políticas defensivas, retorno das concessões de sesmarias nos sertões e das ações dos oficiais do Terço dos Paulistas. Para tanto, serão analisados documentos oficiais da administração colonial e régia, bem como correspondências entre as autoridades. O aporte teórico embasa-se, principalmente, nos conceitos de jurisdição, centro e periferia, relevantes para se compreender o processo de mudança de subordinação e da nova configuração jurisdicional que a capitania do Rio Grande passou a incorporar como uma das capitanias anexas a Pernambuco. Como recortes temporais, considerar-se-á o início do governo do capitão-mor Bernardo Vieira de Melo (1696) e o final do mandato de seu sucessor, Antonio de Carvalho e Almeida (1705), período em que ocorre a mudança administrativa e percebe-se maior intensidade de correspondência tratando do assunto entre as autoridades coloniais.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36017 Capitania-mor de Sergipe del Rei e governo da Ilha de Santa Catarina: estatutos, jurisdições e hierarquias 2021-09-20T18:16:31+00:00 Augusto da Silva augustodasillva@gmail.com <p>O artigo propõe uma análise comparativa da história institucional da capitania-mor de Sergipe del Rei (1590-1820) e do governo da ilha de Santa Catarina (1738-1821). Observando as semelhanças e diferenças acerca do estatuto jurídico-político, dos vínculos de subordinação aos governos superiores, da remuneração dos seus chefes militares, assim como também dos principais órgãos civis e militares que neles se montaram, busca-se identificar as características fundamentais e a posição hierárquica desses dois estabelecimentos na estrutura da administração portuguesa na América.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36236 Necessita aquela Província, não só de Governador, mas de Coronel de Dragões: os Comandantes de Fronteira portugueses e o governo da capitania do Rio Grande de São Pedro, século XVIII 2021-08-31T22:27:44+00:00 Adriano Comissoli adrianocomissoli@hotmail.com Leandro Rosa de Oliveira leandrodeoliveira@msn.com <p>O artigo aborda o cargo denominado Comandante de Fronteira, que operou na capitania do Rio Grande de São Pedro nos séculos XVIII e XIX. Através da análise de suas funções e do grau de interferência sobre a sociedade, discute estratégias de governo e de territorialização no império português durante a segunda metade do Setecentos. Sendo um cargo não identificado para outras realidades do império luso, procura-se inserir os Comandantes de Fronteira em tradições ibéricas de governo civil e militar. Com este objetivo, discute as ordens e instruções emitidas pelo governador da capitania a fim de compreender como se estabelecia o governo e a administração territorial.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/35948 Governadores e capitães-generais: as ambições políticas dos capitães-mores da Paraíba (primeira metade do século XVIII) 2021-07-22T14:30:03+00:00 Marcos Arthur Viana da Fonseca marcos_megi2@hotmail.com <p>Os capitães-mores da Paraíba, ao longo da primeira metade do século XVIII, alegaram que a capitania que governavam possuíam um estatuto político superior se comparado com as capitanias vizinhas. Fundamentados em um discurso político construído no imaginário local sobre a especificidade da Paraíba, estes capitães-mores desejavam a elevação da capitania-mor a uma capitania-general e a concessão da patente de governador e capitão-general ou mestre de campo. Além disso, estas autoridades também pleiteavam o aumento da jurisdição governativa dos seus ofícios. Este artigo, portanto, pretende analisar as estratégias e os argumentos utilizados por estes capitães-mores para obter reconhecimento e benesses do rei e da monarquia.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36192 Imbróglios do poder: manifestações dos administrados sobre os governadores e capitães-mores da Paraíba na primeira metade do século XVIII 2021-11-29T12:07:46+00:00 Lana Camila Gomes de Araújo lanacamilagomes@gmail.com George Felix Cabral de Souza george.csouza@ufpe.br <p>As atuações e as trajetórias dos capitães-mores e governadores são uma importante ferramenta para discutir o poder local e seus arranjos. Considerando que o império português se apresentava numa complexa rede governativa, nos propomos no presente artigo analisar algumas manifestações dos administrados frente à administração dos capitães-mores e governadores da Capitania da Paraíba na primeira metade dos setecentos. Para tanto, revisitamos fontes manuscritas contidas no Arquivo Histórico Ultramarino e documentos inseridos na Plataforma Sesmarias do Império Luso-Brasileiro (SILB), a fim de examinar como se colocavam elogios e queixas contra os administradores régios. Por fim, verificou-se que, nestes documentos, para além de informar a coroa sobre o exercício da função dos governadores, se escondiam estratégias de defesa de interesses pessoais e manutenção de privilégios.</p> 2022-01-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36146 Uma história de amor e ódio: a administração régia em Cabo Verde e a Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão (1757-1777) 2021-09-01T18:31:23+00:00 Diego de Cambraia Martins cambraia.martins@hotmail.com <p>No presente artigo pretendo discutir a percepção entre os oficiais da administração régia portuguesa, enviados para a gestão do arquipélago de Cabo Verde, da atuação da Companhia do Grão-Pará e Maranhão (doravante CGPM). Para tal, pretendo basear este trabalho, principalmente, na documentação avulsa do Arquivo Histórico Ultramarino em Portugal e na documentação pontual que já foi publicada ou está salvaguardada no Arquivo Nacional da Torre do Tombo e no Arquivo Nacional do Tribunal de Contas. Por meio desta documentação, intento demonstrar a conturbada relação existente entre os oficiais enviados para administração do arquipélago, moradores ilhéus, administradores e a Junta Administrativa da empresa monopolista. Este trabalho se divide em duas partes: na primeira falaremos da ocupação e economia do arquipélago cabo-verdiano; na segunda parte, que é o cerne do artigo, mostraremos a conflituosa relação entre administradores e a CGPM.</p> 2021-11-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora https://portaldepublicacoes.ufes.br/agora/article/view/36157 A administração dos Marqueses de Cascais em Itamaracá: capitães-mores e procuradores do donatário (1692-1763) 2021-08-31T22:21:07+00:00 Luciana de Carvalho Barbalho Velez lu_historia@hotmail.com <p>A capitania de Itamaracá permaneceu como uma donataria em um período em que ocorriam progressivamente incorporações das capitanias hereditárias do Atlântico ao patrimônio régio, durante os séculos XVII e XVIII. A devolução da referida capitania à família donatarial dos Marqueses de Cascais ocorreu em 1692, permanecendo com a posse até a morte da última herdeira da Casa de Cascais, em 1763. Dentro deste contexto, o objetivo deste artigo é entender como os Marqueses de Cascais mantinham a administração de sua possessão à distância, através das nomeações para ofícios da administração colonial, sobretudo o ofício de capitão-mor, relativo ao governo da capitania, bem como de procuradores do donatário, muitas vezes coincidente com o de capitão-mor.</p> 2021-12-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Ágora